Liturgia diária
Quarta-feira da 8ª semana do Tempo Comum
1,18-25.
18 Caríssimos: Lembrai-vos que não foi por coisas corruptíveis, como prata e ouro, que fostes resgatados da vã maneira de viver, herdada dos vossos pais,
19 mas pelo sangue precioso de Cristo, Cordeiro sem defeito e sem mancha,
20 predestinado antes da criação do mundo e manifestado nos últimos tempos por vossa causa.
21 Por Ele acreditais em Deus, que O ressuscitou dos mortos e Lhe deu a glória, para que a vossa fé e a vossa esperança estejam em Deus.
22 Obedecendo à verdade, purificastes as vossas almas para vos amardes sinceramente como irmãos. Amai-vos intensamente uns aos outros de todo o coração,
23 porque vós renascestes, não de uma semente corruptível, mas incorruptível, que é a palavra de Deus, viva e eterna.
24 Na verdade, «todo o ser mortal é como a erva e todo o seu esplendor como a flor da erva. A erva seca e a flor cai;
25 mas a palavra do Senhor permanece eternamente». Esta é a palavra que vos foi anunciada.
147,12-13.14-15.19-20.
R/ Jerusalém, louva o teu Senhor.
12 Glorifica, Jerusalém, o Senhor,
louva, Sião, o teu Deus.
13 Ele reforçou as tuas portas
e abençoou os teus filhos.
14 Estabeleceu a paz nas tuas fronteiras
e saciou-te com a flor da farinha.
15 Envia à Terra a sua palavra,
corre veloz a sua mensagem.
19 Revelou a sua palavra a Jacob,
suas leis e preceitos a Israel.
20 Não fez assim com nenhum outro povo,
a nenhum outro manifestou os seus juízos.
10,32-45.
32 Naquele tempo, Jesus e os discípulos subiam a caminho de Jerusalém. Jesus ia à sua frente. Os discípulos estavam preocupados e aqueles que os acompanhavam iam com medo. Jesus tomou então novamente os Doze consigo e começou a dizer-lhes o que Lhe ia acontecer:
33 «Vede que subimos para Jerusalém e o Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas. Vão condená-lo à morte e entregá-lo aos gentios;
34 hão de escarnecê-lo, cuspir-Lhe, açoitá-lo e dar-Lhe a morte. Mas ao terceiro dia ressuscitará».
35 Tiago e João, filhos de Zebedeu, aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Mestre, nós queremos que nos faças o que Te vamos pedir».
36 Jesus respondeu-lhes: «Que quereis que vos faça?».
37 Eles responderam: «Concede-nos que, na tua glória, nos sentemos um à tua direita e outro à tua esquerda».
38 Disse-lhes Jesus: «Não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que Eu vou beber e receber o batismo com que Eu vou ser batizado?».
39 Eles responderam-Lhe: «Podemos». Então Jesus disse-lhes: «Bebereis o cálice que Eu vou beber e sereis batizados com o batismo com que Eu vou ser batizado.
40 Mas sentar-se à minha direita ou à minha esquerda não Me pertence a Mim concedê-lo; é para aqueles a quem está reservado».
41 Os outros dez, ouvindo isto, começaram a indignar-se contra Tiago e João.
42 Jesus chamou-os e disse-lhes: «Sabeis que os que são considerados como chefes das nações exercem domínio sobre elas e os grandes fazem sentir sobre elas o seu poder.
43 Não deve ser assim entre vós: quem entre vós quiser tornar-se grande, será vosso servo,
44 e quem quiser entre vós ser o primeiro, será escravo de todos;
45 porque o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção de todos».
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